Textos e fotos: Mirella Brandão
O Congado é uma manifestação cultural e religiosa bastante presente em Minas Gerais. As comemorações são repletas de sons dos tambores, que dão ritmo às cantigas cheias de religiosidade, além do espetáculo de cores nas roupas e fitas. A coroação de rainhas e reis faz parte da celebração, que é parte da história dos escravos.A tradição, passada de pai para filho, encontra dificuldade para resistir, já que depende da oralidade, não existindo documentos que assegurem sua perpetuação. Para os integrantes dos festejos, o Congado não é simplesmente folclore, mas sim a devoção a Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, que, segundo a crença, traz fartura de alimentos, além da fé em Santa Efigênia, que protege a residência dos devotos.
A celebração é uma mistura de cultos católicos e africanos. São 500 anos de história desde a escravidão, as lutas e os reinados. Os irmãos do rosário são dinâmicos, conservando suas tradições com organização, num ritual que envolve danças, cantos, levantamentos de mastros e coroações.

O Congado é formado por uma corte, composta de rainha e rei-mor, rainha conga, rei congo, princesa, príncipe e capitão. Também participam das congregações os guardiões, que é a guarda que toma conta da corte, e os caixeiros, que são aqueles que batem caixa, ou mais popularmente falando, tocam tambor. A rainha e o rei congos são eleitos a cada ano, enquanto os reis-mor são perpétuos. A princesa representa a princesa Isabel, que aparece como a representação da pureza, da fidelidade e da bondade, além de representar a libertação dos negros.
O Festejo Tambor Mineiro foi realizado em agosto, no bairro Prado, em Belo Horizonte
A religiosidade marcou a manifestação popular com a participação de Guardas de Congado e grupos de percussão de todo o estado para celebrar a cultura afro-brasileira. O evento proporcionou ao público diversos e
spetáculos com programação diversificada.
Conhecido por sua beleza e organização, o evento tem presença marcante em Minas Gerais. Durante o encontro, foram apresentados rituais do Congado, carregados de referências culturais. Promovido desde 2003 pelo grupo Tambor Mineiro, o encontro do Congado de Minas se impõe como um espetáculo da cultura afro-mineira.
spetáculos com programação diversificada.Conhecido por sua beleza e organização, o evento tem presença marcante em Minas Gerais. Durante o encontro, foram apresentados rituais do Congado, carregados de referências culturais. Promovido desde 2003 pelo grupo Tambor Mineiro, o encontro do Congado de Minas se impõe como um espetáculo da cultura afro-mineira.
As Guardas de Congado que vieram de várias partes de Minas encantaram o público, deixando evidente a devoção aos santos negros, principalmente Nossa Senhora do Rosário, São Benedito e Santa Efigênia. Os integrantes do Congado dançaram horas, demonstrando sua fé.
Compassado, mas com muita música, o cortejo levantou mastros e coroou o rei Congo. Os instrumentos mais utilizados foram as gungas, as caixas de Congado e os patangomes.
A mistura de culturas, formada por negros, mulatos, brancos, pobres e ricos é uma da s m arcas do evento, que busca manter a tradição incluindo novas gerações. O evento foi realizado em agosto, no bairro Prado, em Brelo Horizonte.
Compassado, mas com muita música, o cortejo levantou mastros e coroou o rei Congo. Os instrumentos mais utilizados foram as gungas, as caixas de Congado e os patangomes.
A mistura de culturas, formada por negros, mulatos, brancos, pobres e ricos é uma da s m arcas do evento, que busca manter a tradição incluindo novas gerações. O evento foi realizado em agosto, no bairro Prado, em Brelo Horizonte.

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